domingo, 30 de agosto de 2009

Literatura

Nomes:Francielle Jappe, Patrícia Ayres



Nº:9;25

Turma:111

             

 

 

 

 

Depoimento de Literatura

 

Literatura é um ato de liberdade, quando pegamos um livro, conto ou poema viajamos no mundo da imaginação, nos transformamos no que queremos, nos sentimos livres para fazermos o que queremos sem o medo da repressão, pois a partir da primeira linha cada leitura é única e fascinante.

 

Conto Literário

 

O amor une.

O ódio também.

Ligações de amor e ódio, são passageiras.

As do amor eterna.

A vida usa a reencarnação.

Aproxima as pessoas.

Abre-nos a compreensão para outras

parcelas da verdade.

Desenvolve nossos sentimentos.

Ilumina a nossa inteligência.

Facilita-nos a conquista da paz.

As almas amadurecem, conseguem



perceber que existe só amor.

Força matriz da vida fluindo do todo.

Em laços indestrutíveis pela eternidade.

 

Zíbia Gasparetto

 

             


trabalho de literatura turma 111

Nomes: Daniel, Guilherme Szekir, Lucas Francisco

Nº: 7, 12, 22

Turma: 111

Depoimentos de literatura

A literatura tem vários mundos diferentes por si, real ou imaginário, a leitura  requer este espirito e a cada livro um novo conceito de aprendizado e aventura, pois o ato de ler  nunca nos deixa à sós, sempre exestirá um bom livro com novas histórias de aventuras, romance, dramatização, infantil, porque quando o lemos entramos em um mundo só nosso sem fronteiras e barreiras para nos impedir de apreciar uma bom texto literário. Seria como se estivessemos lendo um livro sobre nos mesmos com lembranças já esquecidas, nos prendendo em uma leitura com um interesse mais

aprofundado.   

 

Zumbi

Sempre tive mais respeito: não pela verdade, mas pela mentira.Nunca tive medo; antes, e sempre, sustentei minha ira. Já me meti em vielas obscuras, embebido em elixires acres e nauseantes. Já me entornei em mazelas pútridas, fétidas, espúrias, de bordéis infindáveis tracejados num esboço inexistente. E, ainda assim, nunca temi. Nunca tive jeito: não para confessar-me, talvez para poupar-me. Imerso numa fissura abismal, enclausurado em minhas crenças, avenças. Egoísta com minhas pertenças, minhas riquezas imensas; calado em minha ontologia infame e auto-difamante. Talvez tudo esteja mudando, ou pior, quem sabe tudo já esteja mudado. E eu, atônito mas nunca atento, desapercebido de tudo, permaneci inerte. Maldita cegueira! Ofuscou-me logo no derradeiro instante estonteante da revolução... Bendita cegueira! Poupou-me das notícias desastrosas que sempre a acompanham (não à cegueira, mas à revolução). Revolução é superação, é dar a volta por cima da “crise”. Bobagem de especialista. Revolução é muito mais o ápice da crise em si mesma, agonizando, engasgando-se em seu próprio sangue, vomitando vermelho nos gráficos dos índices que passam no noticiário. Enquanto isso, eu durmo. E sonho. Obsoleto, mas confiante (afinal, nada temo). E meu sonho, sazonal cegueira da mente, transforma-se, ainda que brevemente, em doce realidade. E assim vivo sonhando, um eterno sonâmbulo sonolento. Prefiro assim. Sempre tive mais respeito: não pela verdade, mas pela mentira.

 

Fernando Menegat