terça-feira, 15 de setembro de 2009

trabalho de literatura



Nome: Lucas Hernandes, Luis Henrique. 

N°: 23, 24

Turma: 111

Data: 21-08-09

 

 

 

  1. Considerando a sua experiência, escreva um pequeno texto ( mim 5 linhas, Max 15 ), dando o seu depoimento sobre leitura, livros, e a literatura.

 

A leitura em nossas vidas começa desde pequeno, desde quando aprendemos a escrever. Quando lemos um livro, jornal ou revistas vemos que a muitas coisas acontecendo ao nosso redor, hoje em dia a leitura começa cedo, porque as crianças descobrem novos mundos dentro dos livros, as historias mechem com nossas mentes como se agente fizesse parte da historia que estamos lendo, nossa imaginação fica livre. Quando lemos um livro não sabemos se a historia é boa ou se é real, mas se gostamos do livro, enquanto não acabamos de ler para saber como acaba a historia, lemos cada vez mais, assim acabamos nos interessado pela leitura. Literatura estuda as obras de autores, estuda a vida deles, as inspirações que cada escritor tinha para escrever uma obra literária.

 

  1. Selecione algum texto literário, que considerem bondoso: poemas, trechos em prosa de romance que leram, crônicas, falas de personagens. Façam molduras, usando cores  e pequenos desenhos de computadores.

 

Dicionário dos manos:

 

-Mano não vai embora, larga.

-Mano não briga, arranja bolo.

-Mano não bebe, chapa o coco.



-Mano não cai, toma um capote.

-Mano não entende, se liga.

-Mano não passeia, da uma banda.

-Mano não come, ranga.

-Mano não fala, troca idéia.

-Mano não dorme, apaga.

-Mano não ta apaixonado, ta afim.

-Mano não namora, da uns pega.

-Mano não mente, da um míngüe.

-Mano não ouve musica, curte um som.

-Mano não se da mal, a casa cai.

 

 

Autor:  Paulo Pinto/ AE


Depoimento_de_LiteraturaA_literatura_tem_algo_especial


         

Nomes: Dener Schultz nº30, Priscila Goulart nº31.


Professora: Ângela.


Turma: 111.

    


 Depoimento de Literatura             


A literatura tem algo especial, nos deixa ver o pensamento de outras pessoas, viver outras experiências e também é a porta de variados mundos que nascem varias historias que delas se fazem.Através da literatura se enriquece o espírito se adquire conhecimento do mundo.                                          A leitura às vezes nos distrai, fazendo nós viajar na nossa própria imaginação, sabendo que a cada minuto vêm novas emoções.                                          (Dener Schultz, Priscila Goulart).    


  Texto literário                                                                                                                                                       O amor é fogo que arde sem se ver;     


É ferida que dói e não se sente;               


É um contentamento descontente;  


É dor que desatina sem doer;    


É um não querer mais que bem querer;    


 É solitário andar por entre a gente;    


É nunca contentar-se de contente;     


É cuidar que se ganha em se perder;    


É querer estar preso por vontade;   


É servir a quem vence, o vencedor; 


 É ter com quem nos mata lealdade.  


 Mas como causar pode seu favor  


  Nos corações humanos amizade,  


 Se tão contrario a si é o mesmo amor?     


  Luis de Camões





sábado, 5 de setembro de 2009

debora,luana.paola

Trabalho de Literatura

 

Nomes:Débora,Luana,Paola.

N°:08,20,29

Turma:111

 

Depoimento

 

A literatura faz parte de nossas vidas,ler faz parte de tudo e de todos,por exemplo,se não soubermos ler não saberemos pegar ônibus e nem ler um recado um aviso,ou comprar alguma coisa nos mercados,lojas e etc;Ainda não poderemos ler livros que mexem com a imaginação e nos levam `a novos mundos que nos ensinam coisas novas. 

POESIA

   



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

REGINA MONTIS

CRÔNICAS

DO DITO, O DITO

Quando garoto, andava de ouvidos pelas frestas da casa procurando puxar um rabo de conversa. De todas aquelas ladainhas de maldizer, a única expressão que guardou foi aquela que seu tio vivia dizendo:- - É compadre. É como eu digo, é um lobo em pêlo de cordeiro. Reteve o dito, com o intuito de não usá-lo. Afinal, ao jogar pele ruim pelas costas dos outros, o velho Cordeiro bem que exibia suas presas. O ditado do cordeiro sugeriu outro. O caso não é simples. Fato foi que o felizardo achou de apaixonar-se. Noite vai, sono não vem, a dúvida tomou conta de sua alma. A causa da insônia era próxima, mas estava distante. A prima tímida, ele casado, apenas trocavam olhares. Nada mais. O tempo correu largo, ele separou, casou, separou e acabou reencontrando-a de namorado. Novo brilho no olhar, beliscou o interesse da amada. Queria amar ela, mas amarelou. Conhecia a menina, a mulher sobre ela não. - Em casa comporta-se de maneira exemplar. Fora de casa, nem posso arriscar - dizia enquanto lamentava-se. - Depois de tudo que aconteceu na sua vida você ainda tem coragem de admitir que é infantil como um adolescente! - disse o amigo de Café morto de enfado, querendo livrar-se dele - Que modos homem? Comunique logo à moça seu amor e dê o caso nas mãos de Deus. Se for aceito bem, se rejeitado também. - Mas... - Nem mas nem meio mas, agora se você me dá licença - levantou e foi embora sem despedir-se. Na rua, procurando meio de vida, o companheiro do infeliz ainda protestou baixo de si para si. Onde já se viu, ficar psicologizando à toa problema de rápida solução. Homem que é homem, esquece a mulher e atiça logo a loba adormecida dentro dela e uiva depois de arranhá-la sob a lua. Se ficar de onda, quebra na praia e aposenta a prancha antes de entrar na água.

FABIO RIBEIRO.

 

 

 


domingo, 30 de agosto de 2009

Literatura

Nomes:Francielle Jappe, Patrícia Ayres



Nº:9;25

Turma:111

             

 

 

 

 

Depoimento de Literatura

 

Literatura é um ato de liberdade, quando pegamos um livro, conto ou poema viajamos no mundo da imaginação, nos transformamos no que queremos, nos sentimos livres para fazermos o que queremos sem o medo da repressão, pois a partir da primeira linha cada leitura é única e fascinante.

 

Conto Literário

 

O amor une.

O ódio também.

Ligações de amor e ódio, são passageiras.

As do amor eterna.

A vida usa a reencarnação.

Aproxima as pessoas.

Abre-nos a compreensão para outras

parcelas da verdade.

Desenvolve nossos sentimentos.

Ilumina a nossa inteligência.

Facilita-nos a conquista da paz.

As almas amadurecem, conseguem



perceber que existe só amor.

Força matriz da vida fluindo do todo.

Em laços indestrutíveis pela eternidade.

 

Zíbia Gasparetto

 

             


trabalho de literatura turma 111

Nomes: Daniel, Guilherme Szekir, Lucas Francisco

Nº: 7, 12, 22

Turma: 111

Depoimentos de literatura

A literatura tem vários mundos diferentes por si, real ou imaginário, a leitura  requer este espirito e a cada livro um novo conceito de aprendizado e aventura, pois o ato de ler  nunca nos deixa à sós, sempre exestirá um bom livro com novas histórias de aventuras, romance, dramatização, infantil, porque quando o lemos entramos em um mundo só nosso sem fronteiras e barreiras para nos impedir de apreciar uma bom texto literário. Seria como se estivessemos lendo um livro sobre nos mesmos com lembranças já esquecidas, nos prendendo em uma leitura com um interesse mais

aprofundado.   

 

Zumbi

Sempre tive mais respeito: não pela verdade, mas pela mentira.Nunca tive medo; antes, e sempre, sustentei minha ira. Já me meti em vielas obscuras, embebido em elixires acres e nauseantes. Já me entornei em mazelas pútridas, fétidas, espúrias, de bordéis infindáveis tracejados num esboço inexistente. E, ainda assim, nunca temi. Nunca tive jeito: não para confessar-me, talvez para poupar-me. Imerso numa fissura abismal, enclausurado em minhas crenças, avenças. Egoísta com minhas pertenças, minhas riquezas imensas; calado em minha ontologia infame e auto-difamante. Talvez tudo esteja mudando, ou pior, quem sabe tudo já esteja mudado. E eu, atônito mas nunca atento, desapercebido de tudo, permaneci inerte. Maldita cegueira! Ofuscou-me logo no derradeiro instante estonteante da revolução... Bendita cegueira! Poupou-me das notícias desastrosas que sempre a acompanham (não à cegueira, mas à revolução). Revolução é superação, é dar a volta por cima da “crise”. Bobagem de especialista. Revolução é muito mais o ápice da crise em si mesma, agonizando, engasgando-se em seu próprio sangue, vomitando vermelho nos gráficos dos índices que passam no noticiário. Enquanto isso, eu durmo. E sonho. Obsoleto, mas confiante (afinal, nada temo). E meu sonho, sazonal cegueira da mente, transforma-se, ainda que brevemente, em doce realidade. E assim vivo sonhando, um eterno sonâmbulo sonolento. Prefiro assim. Sempre tive mais respeito: não pela verdade, mas pela mentira.

 

Fernando Menegat